Piração
As “férias forçadas” na Europa do baterista Rafael Vieira terminaram e o rock elegante d'Os Depira retorna aos trabalhos em grande estilo. Na sexta-feira (14), o quarteto de Piracity recebe novamente o Tomada (SP), no Liverpool Snooker Pub (Visconde de Taunay, 166, Centro), às 23h30. Homens pagam R$ 12,00, e mulheres, R$ 10,00. Informações: 9928-9790. A primeira dobradinha aconteceu há quatro meses. Para o novo encontro, os grupos apresentam mudanças na formação. No Tomada, o guitarrista Marcião entrou no conjunto, que conta também com Ricardo Alpendre (vocal); Lennon Fernandes (guitarra); Pepe Bueno (baixo) e Alexandre Marciano (bateria). Já Os Depira, tocará pela segunda vez com o tecladista Jacson Araújo. Completam a formação o vocalista Nuno; o guitarrista Marcelo Rizzatti; o baixista Parffit Balsanelli e baterista Rafael Vieira.As “férias forçadas” na Europa do baterista Rafael Vieira terminaram e o rock elegante d'Os Depira retorna aos trabalhos em grande estilo. Na sexta-feira (14), o quarteto de Piracity recebe novamente o Tomada (SP), no Liverpool Snooker Pub (Visconde de Taunay, 166, Centro), às 23h30. Homens pagam R$ 12,00, e mulheres, R$ 10,00. Informações: 9928-9790. A primeira dobradinha aconteceu há quatro meses. Para o novo encontro, os grupos apresentam mudanças na formação. No Tomada, o guitarrista Marcião entrou no conjunto, que conta também com Ricardo Alpendre (vocal); Lennon Fernandes (guitarra); Pepe Bueno (baixo) e Alexandre Marciano (bateria). Já Os Depira, tocará pela segunda vez com o tecladista Jacson Araújo. Completam a formação o vocalista Nuno; o guitarrista Marcelo Rizzatti; o baixista Parffit Balsanelli e baterista Rafael Vieira.
Read more...Piraa
As “férias forçadas” na Europa do baterista Rafael Vieira terminaram e o rock elegante d'Os Depira retorna aos trabalhos em grande estilo. Na sexta-feira (14), o quarteto de Piracity recebe novamente o Tomada (SP), no Liverpool Snooker Pub (Visconde de Taunay, 166, Centro), às 23h30. Homens pagam R$ 12,00, e mulheres, R$ 10,00. Informações: 9928-9790. A primeira dobradinha aconteceu há quatro meses. Para o novo encontro, os grupos apresentam mudanças na formação. No Tomada, o guitarrista Marcião entrou no conjunto, que conta também com Ricardo Alpendre (vocal); Lennon Fernandes (guitarra); Pepe Bueno (baixo) e Alexandre Marciano (bateria). Já Os Depira, tocará pela segunda vez com o tecladista Jacson Araújo. Completam a formação o vocalista Nuno; o guitarrista Marcelo Rizzatti; o baixista Parffit Balsanelli e baterista Rafael Vieira.
Read more...Novamente
“Pode me chamar que eu vou” para ver o show do Eddie, de Olinda (PE), na sexta-feira (21), no Clube Cruzeiro Joinvilense, bairro Atiradores. “Você vai cair na festa” de um balanço particular, confirmado por uma sonoridade própria e liberdade autoral de uma das bandas precursoras do Mangue Beat, movimento criado na década de 90 em Recife (PE) e popularizado por Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Do mangue até os dias atuais, foram 20 anos e quatro discos: Sonic Mambo (Roadrunner, 1998), Original Olinda Style (independente, 2002), Metropolitano (independente, 2006) e Carnaval no Inferno (independente, 2008). Destaque para a música “Quando a maré encher”, do Metropolitano, que foi regravada por Cássia Eller e Nação Zumbi.
Read more...Punk Rock
Querem uma boa dica de filme pra assistir em DVD? Valsa com Bashir, uma produção israelense que acompanha a saga de um diretor de cinema em reconstruir sua participação no front da guerra entre Israel e o Líbano, nos anos 80. Com as memórias bloqueadas, ele vai atrás dos relatos de seus antigos companheiros e o que descobre não é nada bonito.
É um documentário sim, mas é também uma animação bastante peculiar, não só em termos visuais mas por conter sangue, cenas chocantes, reflexões sobre a guerra, denúncia, sexo e palavrões, além de uma brilhante trilha sonora. Ou seja, passa longe de qualquer coisa da Disney ou da Pixar.
Umas das cenas mais legais do filme é quando toca I Bombed Beirut, adaptação feita pela banda Zeev Tene pra I Bombed Korea, do Clash. Seja qual for a língua, é punk rock combativo.
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